A lagoa de Taquari

Taquari tem como principal atração a Lagoa Armênia, que fica bem perto do centro. Sempre passei por lá em fins de semana. Hoje, uma terça feira, visitei a cidade mais um a vez. Muita gente no centro, e na lagoa também.

IMG_7189Tinha um senhor cortando a grama. Ele reclamava que muita gente que frequenta a lagoa de noite e madrugada acaba destruindo  árvores e quebrando lâmpadas. Infelizmente, gente sem educação tem em todos os lugares.

Curta os melhores vinhos de Flores da Cunha

Na sexta-feira está marcado o jantar de premiação dos melhores vinhos de Flores da Cunha. Os ingressos custam 60 reais e podem ser comprados até a quarta, dia 23. As reservas podem ser realizadas pelo telefone (54) 3292 1722, ramal 217 (Secretaria do Turismo). Além da degustação de vinhos, espumantes e sucos, será servido o prato típico da cidade, o menarosto, com acompanhamentos como polenta frita, macarrão e maionese de batata e saladas.

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Uma grande chance de visitar está bela cidade da Serra e curtir um pouco da gastronomia italiana. Além das vinícolas, Flores da Cunha tem outros atrativos, como o Mirante Gelain, na estrada para Nova Pádua, no Travessão Alfredo Chaves. Visite o lugar e curta uma bela vista do Rio da Prata.

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É um dos lugares mais bonitos da Serra. Lá tem ainda a cascata Bordin. Os próximos dias serão de tempo bom no RS. Não há previsão de chuva na Serra até o fim de semana. Aproveite para viajar.

Festa na praça retoma origens do café colonial

Morro Reuter não é apenas uma tranquila cidade às margens da BR-116 na subida da Serra. É também o berço do café colonial. Há muito tempo, na estrada que liga Porto Alegre a Caxias, havia pouco lugar de parada. A estação rodoviária da região ficava onde hoje é Morro Reuter. Lá era servido aos viajantes um café especial, o café com mistura, que depois virou o café colonial. Esta é a ideia principal do Café da Colônia, criado pela prefeitura de Morro Reuter para movimentar a economia do município. O café é servido em pequenas porções, para uma pessoa, com pães e cucas, entre outras coisas. Custa 17 reais e vale a pena. No sábado, muita gente foi à cidade conhecer a festa.

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O café é servido dentro deste salão, cedido pelos proprietários para o evento. Aliás, o Café da Colônia é uma festa do cooperativismo. Toda a comunidade ajudou e participa e o resultado é que todo mundo sai ganhando.

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Além de saborear o café, o visitante pode comprar produtos da colônia, direto do produtor. E também aproveitar para passear pela praça da cidade, num ambiente seguro e bem tranquilo.

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Não pode faltar a tradicional bandinha alemã.

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Neste domingo, 20 de agosto, tem mais festa na praça de Morro Reuter. Aproveite para conhecer melhor esta região.

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No interior de Morro Reuter, na estrada que leva a Santa Maria do Herval, fica a comunidade do Walachai, um lugar bucólico, que vale a pena conhecer também.

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O café da colônia de Morro Reuter é um exemplo de como se pode movimentar a economia da região de uma maneira simples e criativa. E se a festa termina amanhã, tudo bem, ano que vem tem mais…

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Morro Reuter chama para um café

Eu já falei várias vezes sobre Morro Reuter e o Café Colonial Walachai. Pois agora neste fim de semana a cidade inaugura uma nova festa.O Primeiro Café da Colônia acontece em 19 e 20 de agosto, das 10h às 18h na praça central. Uma grande chance para curtir esta pequena cidade e comprar produtos da colônia. O Kit Café sai por 17 reais e dá direito a um gostoso café com acompanhamentos.

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Morro Reuter é de colonização alemã e casarões como este podem ser vistos por lá. O da foto fica na estrada para Santa Maria do Herval. O município tem ainda a comunidade do Walachai, que já foi tema de documentário porque lá os moradores ainda falam um dialeto antigo da Alemanha. Um belo lugar para conhecer também. Morro Reuter fica a 55 Km de Porto Alegre pela BR-116. Curta o Café da Colônia neste fim de semana. Eu estarei por lá no sábado.

O mirante de Nova Prata

Muita gente desconhece, mas a cidade de Nova Prata tem um mirante. Um lugar no alto de um morro ou colina, de frente para o centro, com uma vista da região. É um lugar ainda pouco explorado para eventos, mas bem interessante para conhecer.

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O mirante fica na saída de Nova Prata para Andre da Rocha. Ao lado de um quebra-mola, ou lombada, entre à direita. É logo ali.

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Ao fundo, a cidade de Nova Prata.

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O local é procurado por algumas pessoas como área de lazer, mas ainda falta muito para se tornar um lugar que realmente seja interessante conhecer. Uma sugestão para a prefeitura de Nova Prata: investir no mirante.

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Nova Prata é conhecida como a capital do Basalto. Curta também  minhas fotos no Instagram. Eu também estou no Facebook.

 

Celulose Rio Grandense interrompe produção, Ibis agradece

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A Rede Ibis inaugurou em dezembro de 2016 seu novo hotel em Guaíba. Agora tem outro ainda mais novo no RS, em Igrejinha. O Ibis de Guaíba está se favorecendo com os problemas verificados numa caldeira da Celulose Rio Grandense, que começou em fevereiro. A empresa interrompeu a produção para que o problema seja solucionado. Acontece que o pessoal que vem trabalhar no conserto da caldeira é de fora do RS e todos se hospedam no Ibis. O resultado é que o hotel fica lotado. Bom para o Ibis, que lucra, mas ruim para quem viaja e precisa de local mais em conta para se hospedar.

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O Ibis de Guaíba está dentro do padrão da rede. Boa cama, bom chuveiro. O estacionamento é de graça e tem parte coberta. O café da manhã é alto, para os padrões da rede: R$ 21. Há postos nas proximidades com café da manhã bem mais barato. A diária, sem café, sai por R$ 139, para até 2 pessoas. Quem se hospeda nos apartamentos de frente ganha de graça uma bela vista de Porto Alegre, que fica do outro lado do Guaíba.

BR 116 ou BR 101 – qual o melhor caminho?

Um dos assuntos mais procurados no meu antigo , Viajdndo de carro. O melhor caminho para fazer entre SP e  RS. Qual estrada é melhor entre Porto Alegre e Curitiba? BR-101 ou BR-116? Bem, de São Paulo a Curitiba o caminho é a Régis Bittencourt, apesar do trecho ainda não concluído na Serra do Cafezal, em SP. No começo de janeiro de 2017 saí de Curitiba para São Paulo e fiz a viagem sem problemas. Era domingo, primeiro de janeiro, com pouquíssimo movimento. Eu diria que a BR-116 estava como a gente gosta:

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Uma das regiões mais bonitas da Régis fica no Paraná, quase na divisa com São Paulo.DSCN4465_640x480DSCN4467_640x480

Em dias de grande movimento é preciso ficar atento com os caminhões na subida da serra. Apesar de ser obrigatório trafegar na direita, os menos lentos querem passar dos mais lentos e às vezes caminhões ocupam as 3 faixas. Além disso, caminhoneiro quando vai ultrapassar não quer saber se tem carro ao lado, toca por cima. Ao ultrapassar um caminhão, acelere o máximo possível e fique o menos tempo que puder ao lado do caminhão. Outra coisa: na subida da serra há trechos com velocidade máxima de 60 km. Fique atento às placas que há radares. O trecho da serra do cafezal em SP ainda é complicado, mesmo que no sentido norte a pista esteja totalmente duplicada. Na subida, a pista da direita está ruim, cheia de calombos. Lá ocorre o mesmo problema com os caminhões, que muitas vezes usam as 2 faixas para ultrapassar um carro mais lento. Outro problema são os motoristas que não sabem dirigir em estrada e andam em marcha lenta na pista da esquerda, sem dar passagem para quem quer ir mais rápido. É preciso muita atenção neste trecho de uns 30 km. Na chegada a São Paulo há 2 ou 3 pistas, mas muito movimento e radares. Trecho também requer atenção. No sentido inverso, de São Paulo a Curitiba, o trecho mais problemático é o da Serra do Cafezal. Na viagem que fiz, em 29 de janeiro de 2017, saí de SP bem cedo, antes das 6h. Era um domingo e o movimento menor. O fato de ter saído cedo ajudou, porque peguei poucos caminhões na Serra do Cafezal. Tinha um pouco de neblina. Há uns 5 km em pista simples para quem vai para Curitiba. Depois tem um trecho de uns 2 km duplicado e mais 6 km de pista simples. O asfalto, deste lado da estrada, também tem muitas falhas.DSCN5123_640x480DSCN5122_640x480

Para mostrar o que escrevi antes, é preciso tomar cuidado com os caminhões, que muitas vezes usam as 2 pistas, apesar das placas indicando que caminhão e ônibus tem que usar obrigatoriamente a pista da direita. E tem muito caminhoneiro bandido, mesmo.DSCN5129_640x480

Já a viagem de Curitiba para Porto Alegre, ou vice-versa, agora ficou mais fácil. Só use a BR-116 em caso de extrema necessidade. A BR-101 está duplicada. O maior entrave nesta estrada é o movimento mais intenso nos fins de semana de verão em SC. No mais a viagem é tranquila. No trecho da 376, na divisa de SC e PR, é preciso ter cuidado com os radares e o limite de velocidade, que cai bastante. Às vezes a PRF está com radar móvel. Então, não abuse da velocidade. A ponte de Laguna ajudou a melhorar um dos trechos mais complicados da 101. Foi inaugurada em julho de 2015.pontedelagunaSe o seu destino é a Serra Gaúcha, geralmente a melhor opção é a BR-116, apesar da pista simples e dos trechos de serra, em SC e no RS. A parte gaúcha tem um trecho bonito, mas requer paciência. Outros pontos problemáticos, de lentidão, ficam em Lages, SC, e em Vacaria, no RS. Em Caxias do Sul também há lentidão. No entorno de Curitiba, também há bastante movimento. Usar a BR-101 para ir à Serra Gaúcha é uma boa opção. Neste caso,  é preciso subir a Rota do Sol em direção à São Francisco de Paula e Canela e Gramado. Lembro que a 101 está totalmente duplicada agora.101

Tanto a BR-101 como a BR-116 entre SP e RS tem pedágio, mas na Régis os valores são um pouco maior.  Na Régis são 6 pedágios a R$ 3 cada. Na 101 são 4 pedágios em SC, a R$ 2,30. No trecho gaúcho são 2 pedágios, sendo que apenas o de Gravataí cobra nos dois sentidos. O de Santo Antonio da Patrulha cobra apenas no sentido Porto Alegre – Osório e custa mais de uns R$ 6. O de Gravataí custa R$ 3,50. Além dos pedágios, fique atento ao movimento de caminhões, principalmente na BR-116 entre SP e Curitiba.

Na Régis, os principais pontos de parada para refeições ficam em SP, na região de Registro. Há 3 Graal na região, além de outros postos que oferecem boa refeição e banheiros limpos. Dois ficam no sentido Sul e 1 no sentido Norte. O combustível é mais barato no estado de São Paulo, especialmente o álcool. Em Curitiba, a gasolina é barata em alguns postos. Na Régis, depois de Registro em direção ao Paraná, os locais de parada vão se reduzindo, a não ser na região metropolitana de Curitiba, mas aí já é quase o fim da viagem. Na BR-101 em SC, há muitas opções de paradas porque são vários os balneários, especialmente na parte Norte, entre Florianópolis e Joinville. No RS, há bom locais de parada entre Torres e Osório. Depois de Osório até Porto Alegre não tem nenhum. Na BR-116 entre Curitiba e Porto Alegre é difícil encontrar um bom lugar para refeição, a não ser perto das cidades maiores, como Lages, Vacaria e Caxias do Sul. Quem curte fotografia, pode me seguir no Instagram.

 

No Blog Viajando de Carro há muitos comentários com dicas de pessoas que viajaram por lá. Não é possível comentar mais lá, mas neste blog sim. Eu também estou no email: marcosh1985@gmail.com para qualquer dúvida.