De Veranópolis a Bento via Cotiporã

Tá certo que a BR-470 está com asfalto perfeito, mas às vezes é bom fazer um caminho diferente. É possível sair de Veranópolis a Bento sem pegar a BR, pelo menos na maior parte do trecho. Basta seguir para Cotiporã, onde a via também ganhou asfalto até a ponte de entrada para o Balneário Bom Retiro. Antes era calçamento. O balneário fica na saída da cidade.

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Depois deste prédio amarelo que parece um antigo moinho, começa a estrada para Cotiporã. É asfalto, mas tem alguns buracos. Nada que atrapalhe a viagem, não é preciso correr. Cotiporã foi cenário do Filme da Minha Vida, rodado recentemente na Serra. No centro tem a igreja matriz e alguns prédios antigos.

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A estrada para Bento tem um trecho pequeno de asfalto novo, depois é de terra, mas está em bom estado. Na descida, um mirante para o Rio das Antas e uma usina.

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No final, já na ponte sobre o rio, que leva à RS-431, a praia que foi cenário do filme, como a Praia das Pedras. Nos fins de semana, é local procurado por moradores da região para banhos.

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Depois é só subir a RS-431 por Faria Lemos até a BR-470, a poucos quilômetros de Bento. Um belo passeio para um sábado…. Mais fotos no Instagram. Ou no Twitter.

 

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Na região do Planalto Gaúcho

Algumas pequenas cidades que conheci na viagem do começo do mês. Almirante Tamandaré do Sul se define como terra de gaiteiros. Um dos acessos é pela BR-386 depois de Tio Hugo. Eu cheguei lá a partir de Chapada. Tudo asfalto.

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Outra pequena cidade com acesso a partir da BR-386 é Coqueiros do Sul. Estrada muito boa por sinal.

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Descendo a BR-386 em direção a Tio Hugo e logo depois desta cidade, tem o acesso para Ibirapuitã, asfalto também.

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Poucos quilômetros depois fica a pequena Nicolau Vergueiro. Ainda com asfalto.

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O acesso para a cidade de Ernestina é feito por estrada de chão, com uma ponte sobre o Rio Jacuí na Barragem da usina. Em Ernestina, pouca coisa para fotografar.

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A foto abaixo é da barragem de Ernestina e a ponte.

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Como já escrevi anteriormente, já são 377 cidades que conheço no RS. Algumas delas estão em fotos postadas no Instagram. E também no Twitter.

Aventuras no Noroeste do Estado

Algumas estradas da região Noroeste gaúcha fazem a viagem se tornar uma verdadeira aventura. Uma dessas estradas fica entre as cidades de Ajuricaba e Palmeira das Missões. Para chegar a Ajuricaba tudo bem, é asfalto. Na chegada, esta capela que é uma das mais antigas da região. De 1909.

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A igreja principal de Ajuricaba tem uma forma diferente.

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De Ajuricaba começa a viagem aventura, até Nova Ramada. Estrada de chão. Depois que sai da principal, praticamente não tem sinalização. Ao chegar a Nova Ramada, o visitante descobre que na verdade é a localidade de Barro Preto. A sede do município fica uns 2 km adiante.

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Para sair de Nova Ramada o melhor é seguir em direção a Santo Augusto, que uns 12 km depois tem asfalto, mas meu destino era a região de Palmeira das Missões. A viagem de mais de 60 km foi por estrada de chão, com pista irregular. Se fosse apenas terra, tudo bem, mas tinha muitas pedras.

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Uma paisagem do Noroeste gaúcho.

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Depois do almoço tardio na periferia de Palmeira, seguindo para o próximo destino, a cidade de Chapada. Depois de uma estrada de chão não tão ruim como a anterior, a descoberta. Chapada é uma bela cidade, bem organizada. Terra de alemães e italianos.

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Não é a toa que cidades colonizadas por imigrantes alemães e italianos são bem mais organizadas. Basta percorrer a Serra Gaúcha para perceber isso. Mais fotos de minhas viagens lá no Instagram. Ou no Twitter.

A pequena Nova Araçá

A pequena e tranquila Nova Araçá fica às margens da RS 324 em direção ao Planalto. É logo depois de Nova Bassano e um pouco antes de Casca. No centro, o que mais se destaca é a igreja.

Na parte interna, tem esta imagem esculpida em madeira.

Bem na frente da praça da igreja fica o Armazém do Pão que, além dos pães artesanais, tem outras delícias, como esses merengues com recheios.

O Armazém do Pão só não funciona aos domingos.

Na capital das Missões

Santo Ângelo é considerada a capital das Missões porque é a maior cidade da região, mas em se tratando em infra-estrutura para o turismo, há muita deficiência. Falta, por exemplo, uma boa rede de hotéis. A cidade tem um bom hotel, o Marlink, e só. Não é um hotel excepcional, mas de média categoria, mas é bom. Tem bastante restaurantes e lugares para lanches e um café que vende as melhores tortas do RS, o Kemper’s Haus. Outro ponto na cidade que chama a atenção é a catedral e a praça:

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São Miguel das Missões e as ruínas ficam relativamente perto de Santo Ângelo. Na viagem que fiz à região em dezembro, conheci outras pequenas cidades. Uma delas é Augusto Pestana.

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Também estive em Jóia.

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E em Eugênio de Castro.

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As Missões e todo o Noroeste gaúcho se caracterizam pelo chamado barro vermelho, devido ao tom avermelhado da terra. A foto abaixo foi feita na estrada que liga Jóia e Eugênio de Castro, que não tem asfalto.

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Peguei muitas estradas de chão, a maioria em estado regular, mas algumas bens ruins. Esta de Eugênio de Castro é das melhores. Para acompanhar minhas fotos de viagens, me siga lá no Instagram. Também tenho postado no Twitter.

Boqueirão, Herveiras e Gramado Xavier

Estive mais uma vez em Boqueirão do Leão ara tentar conhecer a cascata Gamelão que, apesar de ficar perto do centro, tem acesso precário. Estrada ruim, cheia de pedregulhos, que deveria receber melhor atenção da prefeitura, já que se trata de ponto turístico. Depois, no acesso final, impossível chegar de carro. Falta placa indicando distância. Falta melhorar a área que poderia servir de estacionamento. Desisti.

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Na chegada a Boqueirão do Leão, fiz esta foto:

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De Boqueirão a Gramado Xavier, estrada de chão, em estado razoável. Foto feita no caminho.

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Cidade de Gramado Xavier.

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Cidade de Herveiras é bem menor.

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Herveiras e Gramado Xavier tem acesso por asfalto a partir da rodovia que liga o Vale do Rio Pardo e o Planalto, a partir da RS-287.

Rios, pontes e barragem

Um pouco do que foi minha viagem da semana passada por várias regiões do RS. Primeiro na região central, saindo do Vale do Jacuí em direção à cidade de Ivorá. A estrada tem asfalto mas depois de Faxinal do Soturno, é de chão. Abaixo o Rio Soturno e a ponte.

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Ivorá é a terra do senador Alberto Pasqualini, então tem um museu dedicado a ele.

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Na frente do museu a igreja matriz.

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Na praça localizada na frente da igreja tem uma ponte de pedra meio escondida entre a vegetação.

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Depois de Ivorá peguei a BR-158 em direção ao Noroeste, passando pela cidade de Júlio de Castilhos, onde encontrei alguns casarões no centro.

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Depois de passar pelas Missões, fui até o Planalto, onde fica a barragem de Ernestina. Encontrei novamente o Rio Jacuí, desta vez mais perto da nascente.

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Com as 17 cidades que conheci, já são 374 no RS. Fotos de minhas viagens também podem ser conferidas no Instagram.

O Aqueduto de Candelária

Um dos lugares mais bonitos do Vale do Rio Pardo mas que, infelizmente, muita gente não conhece e nunca ouviu falar. O aqueduto de Candelária foi construído lá por 1870 para transportar água. Hoje está desativado mas é uma obra de arte que merece ser visitada.

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O período da tarde é melhor porque o Sol fica de frente para um dos lados. Na manhã há mais sombra. O aqueduto tem acesso pela RS-401, a estrada que sai da 287 em direção a Sobradinho. Uns 2 km depois, tem a entrada à esquerda. Há placas no caminho. De estrada de chão, são apenas uns 300 metros. O ingresso na propriedade particular é 5 reais por pessoa.

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É possível subir e caminhar na parte superior do aqueduto. Outra atração turística da região é o morro do Botucaraí, que aparece ao fundo.

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Na propriedade tem ainda uma loja de artesanato.

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Candelária fica no Vale do Rio Pardo depois de Santa Cruz pela RS-287, com pedágio de 7 reais. Há 2 hotéis na cidade. Mais fotos minhas no Instagram.